Tsitsipas mantém o sonho do Grand Slam: “talvez um dia”
Após vencer em Almaty e chegar às quartas, Tsitsipas, hoje 39º do ranking, disse que ainda sonha com um Grand Slam e que segue escrevendo a própria história.

Stefanos Tsitsipas venceu mais uma no piso duro de Almaty, no Cazaquistão, e garantiu presença nas quartas; foi depois dessa partida que o grego concedeu entrevista ao BBTennis e voltou a falar do maior título que ainda lhe falta: um Grand Slam.
Ele já foi vice-campeão em dois majors — Roland Garros, em 2022, e Australian Open, em 2023. Neste segundo semestre, porém, o rendimento e o ranking caíram: figura hoje na 39ª posição, bem distante do período em que era top 3.
A comparação com os rivais não o aflige:
Sempre vejo assim: eu tenho meu próprio capítulo, eu tenho minha própria história. As histórias deles não são a minha e minha história não é a deles.
O grego acrescentou que cada um delineou o próprio caminho conforme os êxitos que colheu. Admitir que ficou um pouco para trás, para ele, não anula o fato de que a história é sua.
A carreira, na sua leitura, não se mede só por resultados ou pelo desempenho em quadra: abrange tudo aquilo que se atravessa. Esse acervo, acredita, poderá mais tarde servir de apoio às próximas gerações. Ele prefere descrever a própria trajetória como uma curva de aprendizado, com altos e baixos e variações incontáveis.
Tive minha boa dose de sucesso, de vitórias e grandes triunfos. Todos os dias, tenho a oportunidade de continuar escrevendo minha história. Talvez um dia eu possa ganhar um Grand Slam mais adiante na minha vida, ou talvez não, mas eu terei tentado e terei provado de tudo para conquistá-lo.
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