Vini Jr. chega ao 5º lugar na Forbes com US$ 76 milhões em ganhos estimados
Vini Jr. aparece em quinto lugar na lista da Forbes dos futebolistas mais bem pagos do mundo, com US$ 76 milhões em ganhos estimados na temporada 2026/27.

Quinto lugar e US$ 76 milhões, cerca de R$ 380 milhões. Essa é a melhor posição da carreira de Vini Jr. na lista da Forbes dos futebolistas mais bem pagos do mundo, referente à temporada 2026/27, e representa uma colocação a mais do que na edição anterior.
O atacante do Real Madrid aparece no ranking pelo terceiro ano seguido. Em 2024, estreou em sétimo, com US$ 55 milhões; no ano seguinte, subiu para sexto, ao chegar a US$ 60 milhões.
Na ponta, Cristiano Ronaldo mantém a liderança com US$ 300 milhões, perto de R$ 1,5 bilhão — mais que o dobro dos US$ 145 milhões, algo como R$ 728 milhões, de Lionel Messi, segundo colocado. Kylian Mbappé e Erling Haaland fecham as quatro primeiras posições.
Dos ganhos projetados para o brasileiro, US$ 48 milhões (R$ 240 milhões) vêm do futebol, somando salários, bônus e direitos de imagem ligados ao clube. A outra fatia, de US$ 28 milhões (R$ 140 milhões), vem de publicidade, licenciamentos e negócios comerciais e corresponde a cerca de 37% do total.
Aos 26 anos, Vini Jr. tem 15 parceiros comerciais ativos, entre eles Fanatics, Hugo Boss e Vivo. O avanço financeiro acompanha a renovação assinada em agosto: o contrato anterior ia até junho de 2027 e agora termina em junho de 2032. Na Espanha desde 2018, o atacante soma duas Champions League e três La Ligas.
A curva de crescimento fica clara na comparação. Para 2025, a Forbes projetava US$ 60 milhões, sendo US$ 40 milhões do futebol e US$ 20 milhões do comercial. Na projeção atual, o total subiu US$ 16 milhões, ou 26,7%; o comercial avançou 40% e a parte esportiva cresceu 20%.
Entre os dez primeiros, o atacante é o único jogador do Brasil. O levantamento também mede o peso do Real Madrid: Mbappé, o brasileiro e Bellingham somam US$ 221 milhões, cerca de R$ 1,1 bilhão, quase um quarto do total previsto para o top 10, de US$ 942 milhões.
A La Liga é a liga com mais representantes, quatro no total. Um deles é Lamine Yamal, do Barcelona, que também aparece em alta: seus ganhos saltaram para US$ 55 milhões, contra US$ 43 milhões antes da expansão dos acordos comerciais. A Premier League aparece só com Haaland, do Manchester City — algo inédito desde que o ranking foi criado, em 2005.
Ronaldo, porém, segue isolado: são US$ 250 milhões pelo Al-Nassr e mais US$ 50 milhões em patrocínios. Messi tem divisão diferente: dos US$ 145 milhões, US$ 70 milhões vêm do futebol e US$ 75 milhões de atividades comerciais.
Juntos, os dois veteranos de 41 e 39 anos respondem por cerca de 47% do dinheiro estimado para o top 10, com US$ 445 milhões, enquanto Mbappé, Haaland e o brasileiro ficam em US$ 261 milhões. Os três que aparecem logo atrás na lista têm entre 26 e 27 anos.
A valorização ocorre em um momento de cobrança: José Mourinho declarou recentemente que ninguém tem vaga garantida no Real Madrid e que as escolhas dependem do rendimento. Além disso, Vini Jr. está suspenso por quatro jogos na La Liga.
O ranking não mede só salário. Entram bônus, direitos de imagem previstos nos vínculos esportivos, publicidade, licenciamentos, aparições comerciais e negócios com participação relevante do atleta; impostos e comissões de agentes ficam de fora do cálculo, e transferências não são contadas como ganho.
No caso de Messi, há um detalhe: como a temporada da MLS acompanha o ano civil, a Forbes usa seus ganhos esportivos de 2026. Somados, os dez mais bem pagos chegam a US$ 942 milhões, pouco abaixo dos US$ 945 milhões de 2025.
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