Países recomendam cautela com o GP do Catar, que a MotoGP garante manter
A MotoGP confirmou o GP do Catar em Losail para 6 a 8 de novembro, mas países com pilotos no paddock desaconselham a viagem por causa do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã; o Brasil recomenda evitar deslocamentos não essenciais ao Golfo e a Áustria emite alerta de risco 3 de 4.
A MotoGP confirmou que o GP do Catar, em Losail, será realizado de 6 a 8 de novembro, mas países com pilotos e equipes no paddock desaconselham a viagem ao Oriente Médio por causa do conflito que envolve Estados Unidos, Israel e Irã.
Nos últimos dez dias a categoria acumulou reuniões, e a maioria dos pilotos assumiu posição unânime contra a realização da etapa; a MotoGP manteve o evento e buscou garantias de segurança para o paddock. O calendário americano, com as eleições de meio de mandato na terça-feira (03), deixa o cenário ainda mais imprevisível.
O Brasil, que tem Diogo Moreira no grid, recebe do Ministério de Relações Exteriores a recomendação de evitar viagens não essenciais aos países do Golfo Pérsico. A Espanha, com nove pilotos — entre eles Marc Márquez e Jorge Martín —, orienta o mesmo. A Itália pede vigilância e cumprimento das normas locais; a França recomenda vigilância máxima; o Japão sugere cautela.
A Áustria desaconselha viagens não essenciais e emite alerta de risco 3 de 4, enquanto os Estados Unidos, sede da Trackhouse Aprilia, também pedem que os americanos evitem deslocamentos não essenciais ao Catar.
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