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04/11/2026 · Edição BrasilPTEN
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Rogers já entrega no Chelsea, mas cobra de si ser mais clínico na área

Morgan Rogers soma seis gols e quatro assistências em 12 jogos pelo Chelsea, mas admite que precisa ser mais clínico perto do gol. O inglês custou cerca de 138 milhões de euros ao Aston Villa e já virou um dos nomes mais produtivos do time.

Por RedaçãoPublicado: 04/11/2026, 14:18

Seis gols e quatro assistências em 12 jogos: esse é o saldo de Morgan Rogers nos primeiros meses de Chelsea, suficiente para transformar o reforço mais caro do clube em um dos nomes mais produtivos do time.

A chegada custou cerca de 138 milhões de euros ao Aston Villa, e o peso da etiqueta acompanha o inglês desde a primeira partida — sem espaço para adaptação discreta.

O próprio jogador, no entanto, faz uma ressalva. Em entrevista recente, disse que precisa “ser mais clínico” perto do gol e explicou o motivo.

“Eu marcava um gol bonito de vez em quando, mas não marcava os gols fáceis”, admitiu.

A prioridade, segundo ele, está na ação final: concluir melhor as jogadas, converter o que aparece com frequência e não depender apenas de lances de inspiração. Rogers reconhece que o repertório técnico não basta se a finalização não acompanhar.

O ponto seguinte é a regularidade. O meia-atacante decide lances, mas ainda alterna entre aparições brilhantes e atuações completas ao longo dos 90 minutos. Sustentar a influência sem depender de momentos isolados é o que pode levá-lo a outro patamar.

Para o Chelsea, o cenário é animador: o reforço já entrega números e protagonismo, e segue apontando onde pode crescer.

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