Lawson explica ausência no Q3 e prioriza os pneus para a corrida
Liam Lawson explicou por que não marcou tempo no Q3 do GP dos Estados Unidos: com Arvid Lindblad já punido no grid, a Racing Bulls concluiu que nono e décimo eram o melhor resultado possível de qualquer forma e guardou pneus para a corrida de domingo, depois de passar fácil pelo Q1 com um único jogo de pneus e sofrer mais no Q2.

Liam Lawson não marcou tempo no Q3 do GP dos Estados Unidos e explicou o motivo: estratégia. O neozelandês da Racing Bulls chegou à fase decisiva no Circuito das Américas junto com o companheiro Arvid Lindblad — só que abandonou o carro sem partir para a volta rápida.
A lógica é simples. Lindblad já carregava punição de grid por ter trocado um componente da unidade de potência, então a equipe considerou que nono e décimo eram o melhor resultado possível de qualquer forma — e guardou pneus para domingo.
"Eu adoraria ter tentado no Q3. Na verdade, chegamos lá com dois jogos de pneus, o que não é normal para nós", disse Lawson à imprensa.
"Em uma situação normal, se estivéssemos brigando com uma Alpine ou Audi, ter esses dois jogos seria ótimo."
Ele reconheceu que a frustração existe, mesmo entendendo a decisão do time. "Eu adoraria ter tentado, mas considerando que Arvid tem uma punição, vamos largar em nono e 10º de qualquer maneira. Simplesmente não fazia sentido. Agora temos muitos pneus disponíveis para amanhã", completou.
Lawson também contou que pediu para ir à pista e ouviu não. "Vou ser sincero: eu disse que queria ir para a pista, mas eles disseram que não", relatou.
"É um pouco frustrante para um piloto, principalmente porque tivemos um fim de semana muito forte até agora. O carro esteve muito bom."
Sobre as fases anteriores, ele lembrou a facilidade no Q1, com apenas um jogo de pneus, e a dificuldade maior no Q2. "Chegar ao Q3 com dois jogos de pneus teria sido muito divertido", encerrou. Lawson larga em nono e tenta somar pontos para a Racing Bulls, que persegue o quinto lugar entre os construtores.
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