Aston Martin-Honda evolui em Austin, mas Alonso para no Q2 e Stroll cai no Q1
A Aston Martin-Honda teve ganho pequeno na classificação do GP dos EUA: Alonso entrou no Q2, marcou o 15º tempo, e Stroll parou na primeira fase, em 18º. Com punições alheias, eles devem largar em 12º e 16º.

Aston Martin-Honda e Alonso tiveram ganho pequeno, mas real, na classificação do GP dos EUA de 2026. O espanhol entrou no Q2, não avançou ao Q3 e marcou o 15º tempo; Stroll parou na primeira fase, em 18º. Com punições alheias, eles devem largar em 12º e 16º.
O TL1 animou: 12º para Alonso, com 1min37s688, e 13º para Stroll, a 0s095 do companheiro. No TL2 vieram 16º (1min37s235) e 17º (1min37s269) — perder posição ali não significa carro pior, porque cada equipe pode seguir programa próprio.
Shintaro Orihara, que responde pela engenharia da Honda na categoria e coordena o trabalho na pista, chamou o dia de tranquilo: as verificações previstas foram cumpridas e o foco ficou na dirigibilidade, a partir do retorno dos pilotos. O calor de Austin pediu ainda definição do nível de refrigeração, com análise conjunta dos dados.
No sábado, Alonso fez 1min35s818 e chegou ao Q2. O 15º lugar mostrou que falta ritmo para brigar com regularidade por uma vaga entre os dez primeiros, e ele próprio ponderou que a posição de largada melhorada pelas punições não traduz o desempenho do carro. A expectativa é de uma prova de defesa de posição, sem descartar oportunidades no Circuito das Américas.
Stroll teve sábado pior: danos nas zebras cortaram seu tempo no TL3, e o Q1 terminou com 1min36s677 no 18º posto, com relato de sobresterço e traseira sem aderência. Ele se sentira confortável na sexta, mas chamou a classificação de sessão mais difícil do fim de semana.
Orihara contou que a Honda cruzou informações com a HRC Sakura (Japão) e mexeu no gerenciamento de energia para extrair mais da unidade de potência. Cada mudança rende pouco, disse, mas o acúmulo melhora o desempenho — sem indicar limitações superadas.
E os números da classificação não permitem culpar só o motor Honda: aerodinâmica, pneus, acerto mecânico e execução das sessões também pesam. O domingo dirá se houve avanço consistente ou melhora pontual.
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