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02/11/2026 · Edição BrasilPTEN
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Coulthard rejeita desculpas das regras de 2026 e cita Senna e Schumacher

David Coulthard, 13 vezes vencedor de etapas, rejeitou a ideia de que o regulamento de 2026 da Fórmula 1 explica a falta de ritmo de um piloto e citou Senna e Schumacher como exemplos de adaptação a carros diferentes.

Por RedaçãoPublicado: 27/10/2026, 02:06

David Coulthard rebateu a ideia de que o regulamento de 2026 da Fórmula 1 é o culpado quando um piloto não encontra ritmo, argumentando que os grandes do esporte sempre se adaptaram ao carro que receberam.

A F1 introduziu uma mudança regulatória ampla para 2026, e vários pilotos têm tido dificuldade de extrair desempenho consistente dos novos carros. Coulthard, 13 vezes vencedor de etapas, disse que a base de um piloto não deveria se mover com o regulamento técnico.

Falando no podcast Up To Speed depois do Grande Prêmio dos Estados Unidos, ele usou a própria carreira como evidência contra a noção de que certos carros simplesmente não combinam com certos pilotos.

“Eu pilotei carros ativos, carros passivos, 3.5 litros, 3 litros, 2.4 litros, pneus com sulcos, pneus slicks, guerras de pneus, e meu desempenho em tudo isso foi relativamente o mesmo, francamente, no sentido de que me faltavam um décimo na classificação e isso dificulta conseguir posição de pista contra o companheiro de equipe”, disse Coulthard.

Ele então voltou aos maiores de todos os tempos. “O Senna não teve exatamente uma fórmula ruim. O Schumacher não teve uma fórmula ruim”, disse, antes de questionar se a queda de Lewis Hamilton era sobre o carro ou simplesmente cansaço depois de tanto tempo no esporte, e de elogiar a forma como o piloto da Ferrari se recuperou.

“Hoje foi um pouco mais complicado para ele do que para o Charles, mas não sei se compro muito essa de que esta geração não combina com este piloto”, acrescentou Coulthard.

O piloto da Mercedes Kimi Antonelli, em sua segunda temporada na F1, teve a chance de fechar um primeiro título em Austin. Ele venceu a corrida, mas George Russell e Hamilton pontuaram o suficiente para levar a disputa ao Grande Prêmio do México.

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