Antonelli recusa o número 1 e fica com o 12 também em 2027
Kimi Antonelli disse que seguirá com o número 12 em 2027 mesmo se conquistar o título mundial, abrindo mão do 1 reservado ao campeão. Para ser o mais jovem campeão da história da F1, ele precisa terminar o GP do México em nono lugar ou melhor.

Mesmo que conquiste o título mundial desta temporada, Kimi Antonelli seguirá com o número 12 no carro na temporada 2027 da Fórmula 1. O italiano da Mercedes pode optar pelo 1, privilégio que a categoria reserva a quem acaba de ser campeão, e já avisou que não vai fazer isso.
Quem exibe essa marca hoje é Lando Norris: o britânico faturou seu primeiro título na etapa de Abu Dhabi da temporada anterior. Já Max Verstappen, seu antecessor, competiu com o 1 de 2022 a 2025, enquanto era campeão.
A definição aparece justamente quando ele desembarca no México para a próxima etapa, perto de fechar a conta. Para se tornar o mais jovem campeão da história da F1, ele precisa terminar a prova de domingo pelo menos em nono lugar.
“Primeiro, preciso fazer o trabalho no México. Mas acho que, depois disso, continuarei correndo com o número 12”, afirmou ele à imprensa suíça.
A escolha tem três camadas. A primeira é homenagem: Ayrton Senna, ídolo declarado do italiano, usou o 12 entre 1985 e 1988 e faturou seu primeiro mundial com ele, na McLaren, em 1988.
A segunda vem da própria estreia de Antonelli nos monopostos, na Fórmula 4, quando também competiu com o 12.
A terceira remete ao começo de sua ligação com a Mercedes: ele entrou no programa de jovens pilotos da equipe ainda nas categorias de base.
A regra do número 1 existe desde 2014. Nesse intervalo, só um campeão recusou a troca: Lewis Hamilton, que preferiu manter o 44 durante os anos de Mercedes.
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