Horner nega acusações e diz não ter arrependimento: “Acreditei no processo”
Christian Horner negou as acusações feitas por uma funcionária em dezembro de 2023 e disse não ter arrependimento, quinze meses depois de deixar a Red Bull. A investigação independente e um recurso posterior o inocentaram, e menos de 24 horas após a primeira decisão um e-mail anônimo vazou 79 prints de WhatsApp.

Quinze meses depois de deixar a Red Bull Racing, Christian Horner falou publicamente pela primeira vez sobre as acusações que ofuscaram os últimos meses dele na equipe, em entrevista ao 60 Minutes Australia.
O caso é de dezembro de 2023, quando uma funcionária apresentou uma queixa formal acusando-o de comportamento inadequado e controlador. Uma advogada especialista externa conduziu uma investigação independente, e a Red Bull GmbH anunciou em 28 de fevereiro de 2024 que nenhuma irregularidade havia sido encontrada.
Menos de 24 horas depois veio o vazamento: um e-mail anônimo com 79 supostos prints de WhatsApp, enviado a centenas de repórteres de F1, chefes de equipe e executivos da FIA.
Ela recorreu. Um segundo advogado independente analisou o recurso e, em 8 de agosto de 2024, também o rejeitou, inocentando-o pela segunda vez.
“Olha, eu nego todas as acusações que foram feitas contra mim”, disse Horner na entrevista. Questionado sobre arrependimento, foi direto: “Acho que provavelmente já se escreveu e se falou o suficiente sobre isso… para mim agora é olhar para frente, e não para trás. Então, nenhum arrependimento. Eu segui o processo; acreditei no processo.”
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