Vasseur modera o otimismo da Ferrari apesar da sexta-feira forte no México
Charles Leclerc liderou as duas sessões da Ferrari no México, com 1m18.128s no FP1 e 1m17.827s no FP2, mas Fred Vasseur evita prometer a pole e diz que há trabalho a fazer durante a noite. Lewis Hamilton ficou 0.738s atrás no primeiro treino e teve um problema de motor no segundo.

Fred Vasseur não transforma a sexta-feira da Ferrari no México em promessa de pole. Charles Leclerc liderou as duas sessões no Autódromo Hermanos Rodríguez — 1m18.128s no FP1 e 1m17.827s no FP2 —, enquanto Lewis Hamilton ficou em quarto no primeiro treino, 0.738s atrás do companheiro, antes de um problema de motor encerrar o FP2 dele.
“Não tenho que estar confiante ou não. Temos que trabalhar, temos que tentar conseguir o melhor para amanhã”, disse o francês, descrevendo as condições como extremas e o piso como “muito esburacado” antes da curva 1, quase perigoso, com trabalho necessário durante a noite.
O alerta vem do fim de semana passado: a Ferrari liderou todas as sessões em Austin, classificou-se em quarto e quinto e terminou em segundo e quarto, com Leclerc apontando a evolução da pista e Hamilton os pneus. No México o asfalto de baixa aderência evolui rápido, e a Mercedes, com uma Red Bull em recuperação, está em forma.
“Todo mundo vai melhorar, todo mundo vai ajustar o pacote com a altitude”, acrescentou Vasseur, observando que as exigências de carga aerodinâmica do circuito são um desafio extra para os pilotos.
A altitude faz o turbo trabalhar mais; como a SF-26 usa um turbo menor, o atraso deve ser mínimo — o motivo pelo qual George Russell apontou a Ferrari como favorita antes do fim de semana. Hamilton discordou depois do FP2: “Não concordo muito com essa questão do turbo”, disse ele, citando a velocidade de reta da Mercedes e da Red Bull, embora aceite que a equipe ainda está dois ou três décimos atrás. Uma terceira vitória em 2026, depois de Hamilton em Barcelona e Leclerc em Silverstone, é o prêmio em jogo.
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