GP dos Estados Unidos: as casas da etapa americana na Fórmula 1
A primeira edição oficial do GP dos Estados Unidos na Fórmula 1 foi em 1959, em Sebring, e a etapa passou por Riverside e Watkins Glen antes de se firmar em Austin, desde 2012. Miami entrou no calendário em 2022 e Las Vegas voltou em 2023.

A primeira edição oficial do GP dos Estados Unidos na Fórmula 1 aconteceu em 1959, no circuito de Sebring. Um ano depois a etapa mudou de endereço e passou por Riverside, e a partir de 1961 a sede se firmou em Watkins Glen, que recebeu a prova até 1980.
Depois vieram três temporadas em Phoenix, entre 1989 e 1991, num traçado de rua montado dentro da cidade. A categoria só retornou ao país em 2000, em Indianápolis, onde a corrida permaneceu até 2007 num circuito misto que aproveitava parte do oval do Indianapolis Motor Speedway.
Desde 2012 a casa é outra: o circuito de Austin, no Texas, passou a receber a etapa americana e segue no calendário.
Os Estados Unidos, porém, já tinham mais de uma prova por ano nas décadas de 70 e 80. Long Beach recebeu o GP do Oeste entre 1976 e 1983, e outros traçados urbanos entraram nessa conta: Detroit, Las Vegas e Dallas. Miami aparece na lista a partir de 2022, e Las Vegas voltou em 2023.
Existe ainda um capítulo mais antigo. As 500 Milhas de Indianápolis integraram o mundial entre 1950 e 1960, mas a prova no oval tradicional não contava com os pilotos que disputavam a temporada completa: o grid era formado por competidores locais. O mesmo autódromo voltaria a receber a Fórmula 1 décadas depois, já com o traçado misto que misturava parte do oval e um setor interno.
Somando tudo, a etapa americana já passou por Sebring, Riverside, Watkins Glen, Phoenix, Indianápolis e Austin, além das provas extras em Long Beach, Detroit, Las Vegas, Dallas e Miami — uma trajetória que atravessa seis décadas e várias mudanças de endereço.
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