Brown confirms forgiveness for Norris and Piastri and says McLaren has turned the Singapore page
Zak Brown confirmed that Lando Norris and Oscar Piastri have been forgiven after their collision in the Singapore sprint and said McLaren has turned the page. The contact was costly: the team's margin over Red Bull in the fight for third in the constructors' standings shrank to seven points, and the FIA stewards applied no penalty.

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A McLaren encerrou o assunto da colisão entre Lando Norris e Oscar Piastri na Sprint do GP de Singapura. Zak Brown, dirigente da equipe, confirmou que os dois foram perdoados e reforçou que não houve intenção nem malícia de nenhuma das partes no toque que tirou o australiano da corrida.
O episódio custou caro na tabela. A McLaren viu sua margem para a Red Bull, na luta pelo terceiro posto do Mundial de Construtores, encolher para sete pontos, e entra na sequência final da temporada pressionada a recuperar terreno.
Tudo aconteceu na última volta, com a pista molhada. Norris tentou a ultrapassagem por dentro na curva 5 enquanto disputava a quarta posição com o companheiro de equipe; o contato jogou Piastri contra as barreiras e provocou o abandono dele. Norris seguiu na prova, mas somou apenas um ponto, bem abaixo do quarto e quinto lugares que estavam ao alcance da equipe.
Os comissários da FIA revisaram o lance e não aplicaram punição. O entendimento foi de incidente de corrida, com responsabilidade dividida entre os dois pilotos.
Depois da prova, Norris reconheceu que avaliou mal a manobra e pediu desculpas à equipe. A direção da McLaren também conversou internamente com os dois para tratar do ocorrido e tentar evitar que se repita. A conversa com Brown aconteceu no TL1 do GP dos Estados Unidos, em entrevista à Sky F1, quando ele foi questionado se o perdão já tinha sido dado.
“Claro que os perdoamos. Eles são pilotos de corrida, e essas coisas acontecem. Não houve malícia, e isso é o que realmente observamos. Foi uma disputa de corrida, e o risco não valeu a recompensa”, afirmou Brown.
O dirigente contou que o assunto foi debatido com os dois competidores e disse esperar que a situação não volte a acontecer — embora tenha admitido que lances assim podem reaparecer, justamente porque ambos competem no limite.
“Conversamos sobre isso e sobre o que poderíamos ter feito de maneira diferente. Depois, seguimos em frente e nos concentramos na próxima corrida”, acrescentou.
Sobre o fim de semana em Austin, no Circuito das Américas, Brown evitou cravar uma hierarquia. Nas duas etapas anteriores quem levou a melhor foi a Red Bull, que chega embalada — e isso deixa a tarefa da equipe britânica mais difícil.
“Acho que ainda é cedo para dizer, mas minha intuição é que somos competitivos. É uma expressão que Andrea Stella gosta de usar e significa que estamos bastante próximos da frente”, explicou Brown.
Ele ressaltou, ainda, que as equipes estão muito próximas em desempenho, e reconheceu o bom momento da rival.
“A Red Bull foi o carro a ser batido nas últimas duas corridas. No entanto, sentimos que este é um circuito de que nosso carro gosta mais do que talvez tenha gostado de algumas das pistas das últimas corridas”, concluiu.
Restam a Brown e à McLaren, agora, transformar o perdão em pontos: encurtar a distância no Mundial de Construtores e usar o traçado de Austin a favor para voltar a aparecer na frente.
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